sábado, 31 de maio de 2014

INFORME - ASA BRASIL

Famílias celebram conquista de mais água para produção no Semiárido
ASA e Petrobras comemoram nesta quarta (28/5) a conclusão da implementação de 20 mil tecnologias sociais do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2)
Monyse Ravena e Ronaldo Eli - ASACom
Recife-PE
28/05/2014
No Sítio Enjeitado, em Triunfo (PE), o agricultor Antônio, ao lado da esposa, está otimista com a conquista da tecnologia social | Foto: Vládia Lima 
“Parece que com o barreiro [trincheira] a água não vai sair e acredito que já melhorou muita coisa na nossa vida, só em ter aqui, a nossa produção vai ampliar ainda mais. A nossa vontade agora é ver esse barreiro cheio e a gente plantar e ver ainda mais a nossa melhoria no Semiárido”, conta a agricultora Denise Oliveira Calçada, da comunidade de Intrude, no munício de Serrinha, na Bahia. Sua família já tem uma produção de hortaliças bem diversificadas e a expectativa é que a nova tecnologia potencialize a produção.

O barreiro a que Denise se refere é uma tecnologia social exitosa que permite às famílias do Semiárido conviver com a estiagem. Além do barreiro-trincheira, existem outras tecnologias como a cisterna-calçadão, a cisterna-enxurrada e a barragem subterrânea. Em maio do ano passado, a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) firmou um contrato de patrocínio com a Petrobras, para construir 20 mil dessas tecnologias sociais em 210 munícipios do Semiárido. A parceria está sendo concluída neste mês e teve um  investimento de 200 milhões.
Seu Antônio permaneceu produzindo no período de estiagem | Foto: Vládia Lima
Quem também está otimista e feliz com a chegada da tecnologia é o agricultor Antônio Alves de Queiroz, da comunidade Sítio Enjeitado, no município de Triunfo, em Pernambuco. Ele fala com dos benefícios da cisterna-enxurrada que conquistou pelo projeto: “A cisterna já ajudou muito na minha produção, no plantio da mandioca, do mamão, do milho, do feijão, da melancia. No período da seca não faltaram hortaliças na mesa de casa.”, afirmou.

Com a conclusão desse projeto, a ASA chega a quase 48 mil tecnologias para produção de alimentos, construídas através das organizações da sociedade civil que compõem a rede, e financiadas através de diversas parcerias. Outras 20 mil implementações já estão em curso este ano, e contam com apoio do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), do BNDES e da Fundação Banco do Brasil.
O município de Serrinha, onde Denise mora, foi o escolhido para realizar a cerimônia de conclusão do projeto, que ocorreu na manhã desta quarta-feira, 28, na comunidade Saco do Correio. O evento reuniu cerca de mil e duzentos agricultores e agricultoras de todo o semiárido no município de Serrinha, na Bahia. Durante a celebração foi realizada a Feira “Expressões da Agroecologia no Brasil”, com produtos da agricultura familiar, como hortaliças, ovos de galinha, feijão e licuri, e produtos processados, como beiju, bolos, mel, sequilhos, polpa de frutas, flocos de milho, entre outros.

O coordenador da ASA pelo estado da Bahia, Naidson Baptista, destaca o significado do projeto para as famílias. “Avaliamos essa parceria como da mais alta importância. Sabemos o que significa uma empresa como a Petrobras se voltando para questões específicas da população do Semiárido e apoiando ações de armazenamento de água para produção, que é um processo de fundamental importância para a convivência com o Semiárido. Isso projeta uma imagem muito positiva da ASA e da Petrobras por terem conseguido executar esse contrato de patrocínio tendo as famílias como sujeitas do processo”, avalia Naidison Baptista.
Agricultora Auralice Oliveira fala durante cerimônia em Serrinha | Foto: Mirian Oliveira
Além de Naidison, o diretor corporativo e de serviços da Petrobras, José Eduardo Dutra, a ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e o governo do Estado da Bahia, Jacques Wagner, dentre outras autoridades políticas, participaram da cerimônia em Serrinha.

As 20 mil tecnologias atendem cerca de 100 mil pessoas que, agora, terão  disponibilidade de guardar a água da chuva para plantar e criar animais em épocas de estiagem. Essas infraestruturas também promovem o fortalecimento do estoque de sementes e de mudas de plantas nativas da região. O projeto apoiou a constituição de 130 bancos de sementes, para garantir a diversidade das variedades tradicionais camponesas, e 65 viveiros de mudas, dedicados à recorbertura e ao recatingamento da região semiárida. Também foram realizadas capacitações de famílias agricultoras em gestão de água para produção e de pedreiros e pedreiras para a construção das tecnologias.

“A estratégia de estoque é essencial e fundamental quando a gente trata da convivência e da viabilização do Semiárido. A ASA contribui criando condições para que as famílias vivam, e vivam bem. A questão do Semiárido é que a água está concentrada nas mãos de poucos ou mal armazenada. Esses processos abrem espaços e práticas de um bom armazenamento”, destaca Baptista.

A agricultora Maria de Lourdes Freitas, da comunidade Barra Grande, também no município de Serrinha, está vivendo suas primeiras experiências com a cisterna-calçadão, cuja água está usando para aguar as plantas. Sua família já planta verduras, alface, cebolinha e coentro e de agora em diante poderá plantar em maior quantidade, contando com a água armazenada na cisterna.

INFORME - ASA BRASIL

Famílias celebram conquista de mais água para produção no Semiárido
ASA e Petrobras comemoram nesta quarta (28/5) a conclusão da implementação de 20 mil tecnologias sociais do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2)
Monyse Ravena e Ronaldo Eli - ASACom
Recife-PE
28/05/2014
No Sítio Enjeitado, em Triunfo (PE), o agricultor Antônio, ao lado da esposa, está otimista com a conquista da tecnologia social | Foto: Vládia Lima 
“Parece que com o barreiro [trincheira] a água não vai sair e acredito que já melhorou muita coisa na nossa vida, só em ter aqui, a nossa produção vai ampliar ainda mais. A nossa vontade agora é ver esse barreiro cheio e a gente plantar e ver ainda mais a nossa melhoria no Semiárido”, conta a agricultora Denise Oliveira Calçada, da comunidade de Intrude, no munício de Serrinha, na Bahia. Sua família já tem uma produção de hortaliças bem diversificadas e a expectativa é que a nova tecnologia potencialize a produção.

O barreiro a que Denise se refere é uma tecnologia social exitosa que permite às famílias do Semiárido conviver com a estiagem. Além do barreiro-trincheira, existem outras tecnologias como a cisterna-calçadão, a cisterna-enxurrada e a barragem subterrânea. Em maio do ano passado, a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) firmou um contrato de patrocínio com a Petrobras, para construir 20 mil dessas tecnologias sociais em 210 munícipios do Semiárido. A parceria está sendo concluída neste mês e teve um  investimento de 200 milhões.
Seu Antônio permaneceu produzindo no período de estiagem | Foto: Vládia Lima
Quem também está otimista e feliz com a chegada da tecnologia é o agricultor Antônio Alves de Queiroz, da comunidade Sítio Enjeitado, no município de Triunfo, em Pernambuco. Ele fala com dos benefícios da cisterna-enxurrada que conquistou pelo projeto: “A cisterna já ajudou muito na minha produção, no plantio da mandioca, do mamão, do milho, do feijão, da melancia. No período da seca não faltaram hortaliças na mesa de casa.”, afirmou.

Com a conclusão desse projeto, a ASA chega a quase 48 mil tecnologias para produção de alimentos, construídas através das organizações da sociedade civil que compõem a rede, e financiadas através de diversas parcerias. Outras 20 mil implementações já estão em curso este ano, e contam com apoio do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), do BNDES e da Fundação Banco do Brasil.
O município de Serrinha, onde Denise mora, foi o escolhido para realizar a cerimônia de conclusão do projeto, que ocorreu na manhã desta quarta-feira, 28, na comunidade Saco do Correio. O evento reuniu cerca de mil e duzentos agricultores e agricultoras de todo o semiárido no município de Serrinha, na Bahia. Durante a celebração foi realizada a Feira “Expressões da Agroecologia no Brasil”, com produtos da agricultura familiar, como hortaliças, ovos de galinha, feijão e licuri, e produtos processados, como beiju, bolos, mel, sequilhos, polpa de frutas, flocos de milho, entre outros.

O coordenador da ASA pelo estado da Bahia, Naidson Baptista, destaca o significado do projeto para as famílias. “Avaliamos essa parceria como da mais alta importância. Sabemos o que significa uma empresa como a Petrobras se voltando para questões específicas da população do Semiárido e apoiando ações de armazenamento de água para produção, que é um processo de fundamental importância para a convivência com o Semiárido. Isso projeta uma imagem muito positiva da ASA e da Petrobras por terem conseguido executar esse contrato de patrocínio tendo as famílias como sujeitas do processo”, avalia Naidison Baptista.
Agricultora Auralice Oliveira fala durante cerimônia em Serrinha | Foto: Mirian Oliveira
Além de Naidison, o diretor corporativo e de serviços da Petrobras, José Eduardo Dutra, a ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e o governo do Estado da Bahia, Jacques Wagner, dentre outras autoridades políticas, participaram da cerimônia em Serrinha.

As 20 mil tecnologias atendem cerca de 100 mil pessoas que, agora, terão  disponibilidade de guardar a água da chuva para plantar e criar animais em épocas de estiagem. Essas infraestruturas também promovem o fortalecimento do estoque de sementes e de mudas de plantas nativas da região. O projeto apoiou a constituição de 130 bancos de sementes, para garantir a diversidade das variedades tradicionais camponesas, e 65 viveiros de mudas, dedicados à recorbertura e ao recatingamento da região semiárida. Também foram realizadas capacitações de famílias agricultoras em gestão de água para produção e de pedreiros e pedreiras para a construção das tecnologias.

“A estratégia de estoque é essencial e fundamental quando a gente trata da convivência e da viabilização do Semiárido. A ASA contribui criando condições para que as famílias vivam, e vivam bem. A questão do Semiárido é que a água está concentrada nas mãos de poucos ou mal armazenada. Esses processos abrem espaços e práticas de um bom armazenamento”, destaca Baptista.

A agricultora Maria de Lourdes Freitas, da comunidade Barra Grande, também no município de Serrinha, está vivendo suas primeiras experiências com a cisterna-calçadão, cuja água está usando para aguar as plantas. Sua família já planta verduras, alface, cebolinha e coentro e de agora em diante poderá plantar em maior quantidade, contando com a água armazenada na cisterna.

INFORME - ASA BRASIL

Famílias celebram conquista de mais água para produção no Semiárido
ASA e Petrobras comemoram nesta quarta (28/5) a conclusão da implementação de 20 mil tecnologias sociais do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2)
Monyse Ravena e Ronaldo Eli - ASACom
Recife-PE
28/05/2014
No Sítio Enjeitado, em Triunfo (PE), o agricultor Antônio, ao lado da esposa, está otimista com a conquista da tecnologia social | Foto: Vládia Lima 
“Parece que com o barreiro [trincheira] a água não vai sair e acredito que já melhorou muita coisa na nossa vida, só em ter aqui, a nossa produção vai ampliar ainda mais. A nossa vontade agora é ver esse barreiro cheio e a gente plantar e ver ainda mais a nossa melhoria no Semiárido”, conta a agricultora Denise Oliveira Calçada, da comunidade de Intrude, no munício de Serrinha, na Bahia. Sua família já tem uma produção de hortaliças bem diversificadas e a expectativa é que a nova tecnologia potencialize a produção.

O barreiro a que Denise se refere é uma tecnologia social exitosa que permite às famílias do Semiárido conviver com a estiagem. Além do barreiro-trincheira, existem outras tecnologias como a cisterna-calçadão, a cisterna-enxurrada e a barragem subterrânea. Em maio do ano passado, a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) firmou um contrato de patrocínio com a Petrobras, para construir 20 mil dessas tecnologias sociais em 210 munícipios do Semiárido. A parceria está sendo concluída neste mês e teve um  investimento de 200 milhões.
Seu Antônio permaneceu produzindo no período de estiagem | Foto: Vládia Lima
Quem também está otimista e feliz com a chegada da tecnologia é o agricultor Antônio Alves de Queiroz, da comunidade Sítio Enjeitado, no município de Triunfo, em Pernambuco. Ele fala com dos benefícios da cisterna-enxurrada que conquistou pelo projeto: “A cisterna já ajudou muito na minha produção, no plantio da mandioca, do mamão, do milho, do feijão, da melancia. No período da seca não faltaram hortaliças na mesa de casa.”, afirmou.

Com a conclusão desse projeto, a ASA chega a quase 48 mil tecnologias para produção de alimentos, construídas através das organizações da sociedade civil que compõem a rede, e financiadas através de diversas parcerias. Outras 20 mil implementações já estão em curso este ano, e contam com apoio do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), do BNDES e da Fundação Banco do Brasil.
O município de Serrinha, onde Denise mora, foi o escolhido para realizar a cerimônia de conclusão do projeto, que ocorreu na manhã desta quarta-feira, 28, na comunidade Saco do Correio. O evento reuniu cerca de mil e duzentos agricultores e agricultoras de todo o semiárido no município de Serrinha, na Bahia. Durante a celebração foi realizada a Feira “Expressões da Agroecologia no Brasil”, com produtos da agricultura familiar, como hortaliças, ovos de galinha, feijão e licuri, e produtos processados, como beiju, bolos, mel, sequilhos, polpa de frutas, flocos de milho, entre outros.

O coordenador da ASA pelo estado da Bahia, Naidson Baptista, destaca o significado do projeto para as famílias. “Avaliamos essa parceria como da mais alta importância. Sabemos o que significa uma empresa como a Petrobras se voltando para questões específicas da população do Semiárido e apoiando ações de armazenamento de água para produção, que é um processo de fundamental importância para a convivência com o Semiárido. Isso projeta uma imagem muito positiva da ASA e da Petrobras por terem conseguido executar esse contrato de patrocínio tendo as famílias como sujeitas do processo”, avalia Naidison Baptista.
Agricultora Auralice Oliveira fala durante cerimônia em Serrinha | Foto: Mirian Oliveira
Além de Naidison, o diretor corporativo e de serviços da Petrobras, José Eduardo Dutra, a ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e o governo do Estado da Bahia, Jacques Wagner, dentre outras autoridades políticas, participaram da cerimônia em Serrinha.

As 20 mil tecnologias atendem cerca de 100 mil pessoas que, agora, terão  disponibilidade de guardar a água da chuva para plantar e criar animais em épocas de estiagem. Essas infraestruturas também promovem o fortalecimento do estoque de sementes e de mudas de plantas nativas da região. O projeto apoiou a constituição de 130 bancos de sementes, para garantir a diversidade das variedades tradicionais camponesas, e 65 viveiros de mudas, dedicados à recorbertura e ao recatingamento da região semiárida. Também foram realizadas capacitações de famílias agricultoras em gestão de água para produção e de pedreiros e pedreiras para a construção das tecnologias.

“A estratégia de estoque é essencial e fundamental quando a gente trata da convivência e da viabilização do Semiárido. A ASA contribui criando condições para que as famílias vivam, e vivam bem. A questão do Semiárido é que a água está concentrada nas mãos de poucos ou mal armazenada. Esses processos abrem espaços e práticas de um bom armazenamento”, destaca Baptista.

A agricultora Maria de Lourdes Freitas, da comunidade Barra Grande, também no município de Serrinha, está vivendo suas primeiras experiências com a cisterna-calçadão, cuja água está usando para aguar as plantas. Sua família já planta verduras, alface, cebolinha e coentro e de agora em diante poderá plantar em maior quantidade, contando com a água armazenada na cisterna.

Informe: Padre Reginaldo Manzotti


Filhos e filhas,

No próximo final de semana celebraremos a Festa da Ascensão do Senhor, quando a Igreja comemora o Dia Mundial das Comunicações Sociais. E neste ano Papa Francisco nos propõe um tema bastante desafiador: “Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro”.
A comunicação deve ter como fim predominante fazer as pessoas tornarem-se próximas. Com as novas tecnologias, estamos sempre conectados, mas será que a nossa conexão está acompanhada de um verdadeiro encontro com o próximo? Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos.
Nosso testemunho, também no mundo virtual, deve ser de doação ao próximo, de um verdadeiro discípulo missionário de Jesus Cristo. A comunicação deve promover a cultura do encontro entre as pessoas, e principalmente promover um encontro com Jesus Cristo, fonte inesgotável de amor e misericórdia.
Na mensagem do Dia Mundial das Comunicações Sociais, Papa Francisco nos diz que “O testemunho cristão não se faz com o bombardeio de mensagens religiosas, mas com a vontade de se doar aos outros (...). É preciso saber-se inserir no diálogo com os homens e mulheres de hoje, para compreender os seus anseios, dúvidas, esperanças, e oferecer-lhes o Evangelho, isto é, Jesus Cristo, Deus feito homem, que morreu e ressuscitou para nos libertar do pecado e da morte”.
E neste caminho, nesta estrada de promover encontros e construir pontes, podemos contar com a intercessão de Nossa Senhora, que nos guia sempre ao encontro do seu Filho Jesus Cristo. Por isso, nestes últimos dias de maio, mês de Maria, convido vocês, filhos e filhas, a permanecerem no cenáculo com Nossa Senhora a espera do Espírito Santo de Deus.
Rezemos, pedindo o Espírito Santo:
Vinde Espirito Santo,
enchei os corações dos vossos fieis
e acendei neles o fogo do vosso amor.
Enviai o vosso Espirito e tudo será criado
e renovareis a face da terra.
Ó Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis
com a luz do Espirito Santo
fazei que apreciemos retamente todas as coisas
segundo o mesmo espirito
e gozemos sempre da Sua consolação.
Por Cristo Nosso Senhor Amém.
Deus abençoe,
Padre Reginaldo Manzotti




Padre Reginaldo Manzotti prega retiro para os voluntários do VII Evangelizar é Preciso Fortaleza

Milhares de pessoas estiveram presentes no sábado (24 de maio) no Siará Hall participando do VI Retiro Evangelizar é Preciso com o padre Reginaldo Manzotti em Fortaleza. O encontro, organizado pela Rádio Shalom, foi em preparação para os voluntários que irão trabalhar no VII Evangelizar é Preciso Fortaleza – que será realizado em 18 de outubro no Aterro da Praia de Iracema. Um dia antes, o sacerdote concedeu coletiva de imprensa e falou sobre o evento e a parceria com o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará, o Hemoce, na campanha de doação de sangue e de medula óssea. Padre Manzotti também visitou o diaconia geral da Comunidade Católica Shalom, onde se encontrou com o fundador Moysés Azevedo.




Padre Reginaldo Manzotti lança “Milagres” em Fortaleza

Milhares de pessoas participaram no domingo (25 de maio) do lançamento do primeiro livro da trilogia Sinais do Sagrado, “Milagres”, do padre Reginaldo Manzotti, em Fortaleza (CE), em uma parceria entre Lojas Americanas e Editora Agir. O sacerdote conduziu, em duas sessões, um momento de espiritualidade e Terço da Misericórdia em favor da família. Os eventos foram realizados no Siará Hall.




Padre Reginaldo Manzotti celebra missa em honra a Santa Rita de Cássia em Curitiba (PR)

O Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe em Curitiba (PR) foi tomado pelas rosas nesta terça-feira (27 de maio). Padre Reginaldo Manzotti celebrou a tradicional Santa Missa do meio-dia em honra a Santa Rita de Cássia, padroeira das causas impossíveis. Centenas de pessoas participaram da celebração que também foi em intenção por todos os doentes, já que Rita durante quatro anos lutou contra uma dura enfermidade.