quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Ação da Cáritas Diocesana de Pesqueira

"O coração da gente se enche de alegria”, diz agricultor ao receber a cisterna calçadão no município de Alagoinha.

“O coração da gente se enche de alegria”, diz agricultor ao receber a cisterna calçadão no município de Alagoinha.A construção das cisternas calçadão avança na região Agreste. Dessa vez a Diocese de Pesqueira, através da Cáritas Diocesana, vem executando mais cisternas, através do Projeto Pernambuco Mais Produtivo, em comunidades rurais do município de Alagoinha. A chegada dessas tecnologias sociais reanimam as esperanças por dias melhores às famílias agricultoras, pois vão ter reservatórios para guardar água o ano inteiro para produzir e para consumo humano.
Como parte dos processos de formação, oito pedreiros estão sendo capacitados para aprender a produzir as placas de cisternas calçadão na comunidade de Laje do Carrapicho. Entusiasmados, os agricultores prestam atenção aos conteúdos durante o curso. Os instrutores explicam aos participantes que as cisternas são instrumentos de cidadania, para o bem do povo.
O agricultor Genival Galindo, da comunidade de Regalo, está bastante empolgado com a cisterna calçadão construída em sua área. “É uma benção de Deus! O coração da gente se enche de alegria”, diz o agricultor em êxtase, mostrando seus 500 pés de acerola. Enquanto não é época de chuva vai irrigando sua plantação com água do poço. “Um dia o Pai do Céu vai mandar chuva pra gente e eu vou molhar minhas plantinhas com água que vai ser depositada na cisterna calçadão. Quanta alegria!”
Todos que passam pela comunidade de Regalo ficam admirados com tamanha sabedoria de um agricultor que acredita no que faz e é consciente de seus valores. É a força da organização e mobilização do povo. É o trabalho da Cáritas Diocesana de Pesqueira chegando às famílias agricultoras.

FONTE: ENCARTNOTICIAS

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Jornalista da Record humilha Black Blocs e gera polêmica assista


Um jornalista da rede Record, apresentador do programa "Cidade Alerta",  gerou polêmica entre internautas ao repelir a presença de Black Blocs nas manifestações de professores no Rio de Janeiro. 

O jornalista supôs que o grupo atrapalha a causa dos mesmos, desvirtua o caráter pacífico, que é formado por "desocupados" que causam "quebra-quebra" e climas tensos. "O que que tem de se meter tal de Black Bloc em manifestação de professor que até agora foi pacífica, foi ordeira? É só chegarem esses caras que a confusão está instalada".


"Grupo que só quer fazer baderna e diz que está ali para defender o professor. Não quer defender ninguém, está (...)", afirmou. "O professor sabe reivindicar, ele sabe dos seus direitos, a imprensa está do lado do professor". "Não precisa ajudar ninguém não, mermão, é só juntar Black Bloc que o resultado é sempre o mesmo. É confusão, é correria...nesse meio tem professor, tem pai de família, não desocupados que ainda se dizem anarquistas...", prosseguiu. 

"O professor tem a cara limpa, ele não precisa cobrir a cara para reivindicar direitos. Peço à PM, agora que Black Bloc entrou na história, que saiba separar o joio do trigo, pois tem gente de bem, tem pai de família", continuou. Assista abaixo e manifeste sua opinião:


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Problemas nas postagens

Caro leitor do nosso blog

estamos com alguns problemas técnicos para postar nossas reportagens
logo em breve resolveremos este problema postaremos as reportagens

lei do Desarmamento no Brasil


Jovem morto no Rio de Janeiro em 2012. Imagem: Wikimedia
São Paulo – Vivemos em um país em guerra, mesmo que não declarada. Esta é uma das conclusões possíveis a partir da leitura do estudo Mapa da Violência 2013, realizado pelo professor Julio Jacobo Waiselfisz, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais e divulgado hoje. Cerca de 170 mil pessoas foram mortas nos 12 maiores conflitos no globo entre 2004 e 2007 (veja tabela abaixo). No Brasil, mais de 200 mil perderam a vida somente entre 2008 e 2011.
Isto tudo sem que o país viva "disputas territoriais, movimentos emancipatórios, guerras civis, enfrentamentos religiosos, raciais ou étnicos, conflitos de fronteira ou atos terroristas", lembra o levantamento.
Há dois anos - época dos últimos dados disponíveis - foram registradas mais de 50 mil mortes, o que confere ao Brasil uma taxa de 27,1 homicídios para cada 100 mil brasileiros. Desse total, cerca de 40% (18 mil pessoas) eram jovens entre 15 e 24 anos.
O número de assassinatos no Brasil é 274 vezes maior do que em Hong Kong, 137 vezes maior do que na Inglaterra e 91 vezes maior do que na Sérvia, segundo o estudo divulgado hoje. 
Veja abaixo o total de mortes nas maiores zonas de conflito do planeta na década passada: 
País2004200520062007Total de mortes
Iraque9.80315.78826.91023.76576.266
Sudão7.2841.0982.6031.73412.719
Afeganistão91710004000650012417
Colômbia2.9883.0922.1413.61211.833
Congo3.5003.7507461.3519.347
Sri Lanka1093304.1264.5009.065
Índia2.6422.5191.5591.7138.433
Somália7602858796.5008.424
Nepal3.4072.9507921377.286
Paquistão8636481.4713.5996.581
Índia/Paquistão (Caxemira)1.5111.5521.1167774.956
Israel/Palestina8992266734492.247
Total dos 12 conflitos34.68333.23847.01654.637169.574
"São números tão altos que torna-se difícil, ou quase impossível, elaborar uma imagem mental, uma representação de sua magnitude e significação", afirma Jacobo, autor da pesquisa.
Segundo o sociólogo, a cultura da violência (caracterizada pelo hábito de resolver conflitos por meio da agressão), a certeza da impunidade (apenas 4% dos assassinos vão para cadeia) e a indiferença da sociedade com o grande número de mortes estão entre as causas do fenômeno. "A vida humana vale muito pouco", resume o pesquisador, que é argentino. 
É preciso observar que a magnitude da violência vista no país não tem equivalência nas nações que possuem dimensões e populações maiores ou similares à brasileira. Só o México chega perto.
PaísAnoPopulação (milhões)HomicídiosTaxa por 100 mil habitantes
Brasil2010190,852.26027,4
México2011112,524.82922,1
Rússia2010142,518.95113,3
Filipinas200896,112.52313
Nigéria2008164,418.42212,2
Indonésia2008234,218.9638,1
Paquistão2010170,313.2087,6
USA2010301,616.1295,3
Índia20101.184,6041.7263,4
Bangladesh2010158,33.9882,7
China20101.33913.4101
Japão2011125,84150,3
 
De acordo com o estudo, o número de assassinatos no país cresceu mais de 200% entre 1980 e 2011. Se considerarmos apenas as mortes violentas entre jovens no mesmo período, o aumento é ainda maior: 326% 
Para Jacobo, a tendência nos próximos anos é que grandes cidades como Rio e São Pauloatinjam um nível estável de violência se continuarem investindo em segurança pública – podendo reduzir ainda mais essas taxas com esforços concentrados em áreas como saúde e educação.
Por outro lado, o sociólogo adverte que se nada for feito em regiões onde o número de assassinatos vem crescendo, como Pará e Alagoas, um novo aumento nos índices nacionais de violência poderá ser registrado. 
Num levantamento sobre o tema com 89 países, o Brasil fica em sétimo lugar.
"O quadro comparativo internacional já foi bem pior para o Brasil", revela Jacobo. Segundo ele, o país era o segundo colocado do ranking da morte em 1999, atrás apenas da Colômbia. De lá para cá, a taxa de homicídios no país não parou de crescer, embora o Brasil tenha perdido posições na lista.
O sociólogo explica que esse "recuo relativo" se deveu "ao crescimento explosivo da violência em vários outros países do mundo", como El Salvador, Guatemala e Venezuela.
Saulo Pereira Guimarães
Exame

A grande lei do Desarmamento no Brasil

Violência: Brasil tem mais homicídios por ano que mortes nas guerras do Iraque, Afeganistão e Sudão somadas

Jovem morto no Rio de Janeiro em 2012. Imagem: Wikimedia
São Paulo – Vivemos em um país em guerra, mesmo que não declarada. Esta é uma das conclusões possíveis a partir da leitura do estudo Mapa da Violência 2013, realizado pelo professor Julio Jacobo Waiselfisz, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais e divulgado hoje. Cerca de 170 mil pessoas foram mortas nos 12 maiores conflitos no globo entre 2004 e 2007 (veja tabela abaixo). No Brasil, mais de 200 mil perderam a vida somente entre 2008 e 2011.
Isto tudo sem que o país viva "disputas territoriais, movimentos emancipatórios, guerras civis, enfrentamentos religiosos, raciais ou étnicos, conflitos de fronteira ou atos terroristas", lembra o levantamento.
Há dois anos - época dos últimos dados disponíveis - foram registradas mais de 50 mil mortes, o que confere ao Brasil uma taxa de 27,1 homicídios para cada 100 mil brasileiros. Desse total, cerca de 40% (18 mil pessoas) eram jovens entre 15 e 24 anos.
O número de assassinatos no Brasil é 274 vezes maior do que em Hong Kong, 137 vezes maior do que na Inglaterra e 91 vezes maior do que na Sérvia, segundo o estudo divulgado hoje. 
Veja abaixo o total de mortes nas maiores zonas de conflito do planeta na década passada: 
País2004200520062007Total de mortes
Iraque9.80315.78826.91023.76576.266
Sudão7.2841.0982.6031.73412.719
Afeganistão91710004000650012417
Colômbia2.9883.0922.1413.61211.833
Congo3.5003.7507461.3519.347
Sri Lanka1093304.1264.5009.065
Índia2.6422.5191.5591.7138.433
Somália7602858796.5008.424
Nepal3.4072.9507921377.286
Paquistão8636481.4713.5996.581
Índia/Paquistão (Caxemira)1.5111.5521.1167774.956
Israel/Palestina8992266734492.247
Total dos 12 conflitos34.68333.23847.01654.637169.574
"São números tão altos que torna-se difícil, ou quase impossível, elaborar uma imagem mental, uma representação de sua magnitude e significação", afirma Jacobo, autor da pesquisa.
Segundo o sociólogo, a cultura da violência (caracterizada pelo hábito de resolver conflitos por meio da agressão), a certeza da impunidade (apenas 4% dos assassinos vão para cadeia) e a indiferença da sociedade com o grande número de mortes estão entre as causas do fenômeno. "A vida humana vale muito pouco", resume o pesquisador, que é argentino. 
É preciso observar que a magnitude da violência vista no país não tem equivalência nas nações que possuem dimensões e populações maiores ou similares à brasileira. Só o México chega perto.
PaísAnoPopulação (milhões)HomicídiosTaxa por 100 mil habitantes
Brasil2010190,852.26027,4
México2011112,524.82922,1
Rússia2010142,518.95113,3
Filipinas200896,112.52313
Nigéria2008164,418.42212,2
Indonésia2008234,218.9638,1
Paquistão2010170,313.2087,6
USA2010301,616.1295,3
Índia20101.184,6041.7263,4
Bangladesh2010158,33.9882,7
China20101.33913.4101
Japão2011125,84150,3
 
De acordo com o estudo, o número de assassinatos no país cresceu mais de 200% entre 1980 e 2011. Se considerarmos apenas as mortes violentas entre jovens no mesmo período, o aumento é ainda maior: 326% 
Para Jacobo, a tendência nos próximos anos é que grandes cidades como Rio e São Pauloatinjam um nível estável de violência se continuarem investindo em segurança pública – podendo reduzir ainda mais essas taxas com esforços concentrados em áreas como saúde e educação.
Por outro lado, o sociólogo adverte que se nada for feito em regiões onde o número de assassinatos vem crescendo, como Pará e Alagoas, um novo aumento nos índices nacionais de violência poderá ser registrado. 
Num levantamento sobre o tema com 89 países, o Brasil fica em sétimo lugar.
"O quadro comparativo internacional já foi bem pior para o Brasil", revela Jacobo. Segundo ele, o país era o segundo colocado do ranking da morte em 1999, atrás apenas da Colômbia. De lá para cá, a taxa de homicídios no país não parou de crescer, embora o Brasil tenha perdido posições na lista.
O sociólogo explica que esse "recuo relativo" se deveu "ao crescimento explosivo da violência em vários outros países do mundo", como El Salvador, Guatemala e Venezuela.
Saulo Pereira Guimarães
Exame

A grande lei do Desarmamento no Brasil

Violência: Brasil tem mais homicídios por ano que mortes nas guerras do Iraque, Afeganistão e Sudão somadas

Jovem morto no Rio de Janeiro em 2012. Imagem: Wikimedia
São Paulo – Vivemos em um país em guerra, mesmo que não declarada. Esta é uma das conclusões possíveis a partir da leitura do estudo Mapa da Violência 2013, realizado pelo professor Julio Jacobo Waiselfisz, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais e divulgado hoje. Cerca de 170 mil pessoas foram mortas nos 12 maiores conflitos no globo entre 2004 e 2007 (veja tabela abaixo). No Brasil, mais de 200 mil perderam a vida somente entre 2008 e 2011.
Isto tudo sem que o país viva "disputas territoriais, movimentos emancipatórios, guerras civis, enfrentamentos religiosos, raciais ou étnicos, conflitos de fronteira ou atos terroristas", lembra o levantamento.
Há dois anos - época dos últimos dados disponíveis - foram registradas mais de 50 mil mortes, o que confere ao Brasil uma taxa de 27,1 homicídios para cada 100 mil brasileiros. Desse total, cerca de 40% (18 mil pessoas) eram jovens entre 15 e 24 anos.
O número de assassinatos no Brasil é 274 vezes maior do que em Hong Kong, 137 vezes maior do que na Inglaterra e 91 vezes maior do que na Sérvia, segundo o estudo divulgado hoje. 
Veja abaixo o total de mortes nas maiores zonas de conflito do planeta na década passada: 
País2004200520062007Total de mortes
Iraque9.80315.78826.91023.76576.266
Sudão7.2841.0982.6031.73412.719
Afeganistão91710004000650012417
Colômbia2.9883.0922.1413.61211.833
Congo3.5003.7507461.3519.347
Sri Lanka1093304.1264.5009.065
Índia2.6422.5191.5591.7138.433
Somália7602858796.5008.424
Nepal3.4072.9507921377.286
Paquistão8636481.4713.5996.581
Índia/Paquistão (Caxemira)1.5111.5521.1167774.956
Israel/Palestina8992266734492.247
Total dos 12 conflitos34.68333.23847.01654.637169.574
"São números tão altos que torna-se difícil, ou quase impossível, elaborar uma imagem mental, uma representação de sua magnitude e significação", afirma Jacobo, autor da pesquisa.
Segundo o sociólogo, a cultura da violência (caracterizada pelo hábito de resolver conflitos por meio da agressão), a certeza da impunidade (apenas 4% dos assassinos vão para cadeia) e a indiferença da sociedade com o grande número de mortes estão entre as causas do fenômeno. "A vida humana vale muito pouco", resume o pesquisador, que é argentino. 
É preciso observar que a magnitude da violência vista no país não tem equivalência nas nações que possuem dimensões e populações maiores ou similares à brasileira. Só o México chega perto.
PaísAnoPopulação (milhões)HomicídiosTaxa por 100 mil habitantes
Brasil2010190,852.26027,4
México2011112,524.82922,1
Rússia2010142,518.95113,3
Filipinas200896,112.52313
Nigéria2008164,418.42212,2
Indonésia2008234,218.9638,1
Paquistão2010170,313.2087,6
USA2010301,616.1295,3
Índia20101.184,6041.7263,4
Bangladesh2010158,33.9882,7
China20101.33913.4101
Japão2011125,84150,3
 
De acordo com o estudo, o número de assassinatos no país cresceu mais de 200% entre 1980 e 2011. Se considerarmos apenas as mortes violentas entre jovens no mesmo período, o aumento é ainda maior: 326% 
Para Jacobo, a tendência nos próximos anos é que grandes cidades como Rio e São Pauloatinjam um nível estável de violência se continuarem investindo em segurança pública – podendo reduzir ainda mais essas taxas com esforços concentrados em áreas como saúde e educação.
Por outro lado, o sociólogo adverte que se nada for feito em regiões onde o número de assassinatos vem crescendo, como Pará e Alagoas, um novo aumento nos índices nacionais de violência poderá ser registrado. 
Num levantamento sobre o tema com 89 países, o Brasil fica em sétimo lugar.
"O quadro comparativo internacional já foi bem pior para o Brasil", revela Jacobo. Segundo ele, o país era o segundo colocado do ranking da morte em 1999, atrás apenas da Colômbia. De lá para cá, a taxa de homicídios no país não parou de crescer, embora o Brasil tenha perdido posições na lista.
O sociólogo explica que esse "recuo relativo" se deveu "ao crescimento explosivo da violência em vários outros países do mundo", como El Salvador, Guatemala e Venezuela.
Saulo Pereira Guimarães
Exame