Segundo dia do encontro territorial com apresentaçao dos grupos
Com avanços e desafios dos projetos e planejamento para 2015
Informação, de acontecimentos, em nossa Região sobre socialismo, Educação, Religião e Politica... confira nossas reportagens ou nos envie a sua com imagens
sábado, 6 de dezembro de 2014
2· dia do encontro territorial
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Encontro territorial
Aberta a rodada de debate sobre i tem "Quais os desafios da Agricultura Familiar nos municipios e na regiao
Encontro
Nos dias 05 e 06 de dezembro
A Cáritas Diocesana de Pesqueira realiza o Encontro Territorial de Avalição e Planejamento das ações executadas pela instituição
domingo, 23 de novembro de 2014
Semana da Solidariedade
A Cáritas Diocesaba de Pesqueira
Realizou na semana passada a semana da solidariedade. Com distribuiçao de cestas basicas, com brincadeiras para as crianças do Assentamento Nossa Senhora localizado no municipio de Pesqueira a 214km da capital pernambucana
Y
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Serra dos Buracos
É assim que esta conhecido o acesso a Serra dos Vento, distrito da cidade do Belo jardim
PE-166 Esta abandonada como mostram as imagens.
Fotos: Alexandre
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Pao e justiça
Um familia humana
É o tema da campanha da solidariedade este ano 2014
Onde vivenciamos a partilha
Caritas diocesa de pesqueira
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Em cima da noticia
Apartir de hoje iremos publicar noticias em qualquer, lugar qualquer hora.
Porque aconteceu virou noticia
sexta-feira, 3 de outubro de 2014
Antes que as Abelhas Sejam Instintas
Nós sabemos que podemos conseguir a proibição – depois de uma mega-campanha da Avaaz no ano passado, a União Europeia baniu essa mesma categoria de venenos, considerada por diversos cientistas como a responsável pela morte em massa das abelhas. Nesse exato momento fábricas de componentes químicos estão fazendo forte lobby junto às autoridades norte-americanas para impedir uma mudança. Mas informantes da Avaaz dizem que uma pressão pública massiva poderia ser o fiel da balança a nosso favor. Vamos fazer pressão! Um banimento feito pelos EUA pode deflagrar um "efeito dominó" no resto do mundo.
Não temos tempo a perder – a força-tarefa que cuida do assunto na Casa Branca apresentará propostas para a regulação na terça-feira. Não estamos falando apenas da sobrevivência das abelhas, estamos falando da nossa própria sobrevivência. Assine a petição imediatamente – vamos fazer um zunido global pedindo que os EUA proíbam esses químicos assassinos, antes que as abelhas sejam extintas:
https://secure.avaaz.org/po/
Abelhas são vitais para a vida na Terra: todos os anos, elas polinizam plantações, um trabalho que, se fosse pago, seria equivalente a cerca de 40 bilhões de dólares. Sem uma iniciativa imediata que assegure que as abelhas continuem a polinização, muitas das nossas frutas, vegetais e castanhas favoritas podem desaparecer das prateleiras dos supermercados e um terço da nossa oferta de alimentos pode sumir.
Nos anos recentes, temos visto um declínio grande no número de abelhas – algumas espécies já foram completamente extintas, e na Califórnia (o maior produtor de alimento dos EUA) apicultores perdem um terço de suas abelhas por ano. Cientistas têm procurado por uma resposta. Enquanto alguns estudos, em sua maior parte financiados pelas companhias químicas, afirmam que a mortandade é provocada por uma combinação de doenças, perda de habitat e químicos tóxicos, pesquisas independentes e reconhecidas concluíram que os pesticidas neonicotinoides são os responsáveis.
Foram essas evidências alarmantes, junto com uma campanha eficaz feita pela Avaaz e seus parceiros, que conseguiram o banimento pela União Europeia. A Agência de Proteção Ambiental norte-americana (EPA) deveria por lei regular esses tóxicos, mas – sob a influênca de grande companhias de produtos químicos – há anos tem fugido de suas responsabilidades. Agora a força-tarefa criada pela presidência dos EUA para tratar do assunto pode fazer com que a EPA cancele o registro dos pesticidas, proibindo sua venda nos Estados Unidos. Esta é a nossa chance!
O relatório da força-tarefa deve ser apresentado em dois dias. Mais de 2,5 milhões de nós já apoiamos essa campanha. Vamos construir imediatamente uma petição com 3 milhões de assinaturas para salvar as abelhas, algo sem precedentes, e entregá-la aplicando estratégias de advocacy e trabalhando junto à imprensa para impedir acordos de bastidores que beneficiam apenas as grandes empresas. Assine a petição agora:
https://secure.avaaz.org/po/
Não podemos mais deixar nossa delicada cadeia alimentar nas mãos de empresas de químicos e de "reguladores" que na verdade comem nas mãos dessas mesmas empresas. O banimento desses pesticidas nos deixará mais próximos de um mundo seguro para nós e para as demais espécies que nos são caras e de quem dependemos.
Com esperança,
Terra, Alex, Alice, Ari, Nick, Laila, Marigona, Ricken e o restante da equipe da Avaaz
MAIS INFORMAÇÕES:
Novo estudo vincula inseticidas neonicotinoides com desaparecimento de abelhas (Terra)
http://noticias.terra.com.br/
Pesticidas que matam insetos também estão diminuindo a população de aves, alerta estudo (O Globo)
http://oglobo.globo.com/
Tipo de agrotóxico suspeito de matar abelhas no mundo é usado no país (G1)
http://g1.globo.com/natureza/
Governo norte-americano reconhece que abelhas estão morrendo a uma taxa alarmante (Envolverde)
http://envolverde.com.br/
Obama ordena que efeito de pesticidas nas abelhas seja reexaminado (IstoÉ Dinheiro)
http://www.istoedinheiro.com.
Uma decisão europeia boa para as abelhas (Público)
http://www.publico.pt/
Informe - ASA Brasil
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sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Padre Reginaldo Manzotti
INFORME ASA
| Caso Ana Alice: dois anos após o crime, família ainda aguarda julgamento dos culpados | |||||||||
Ana Alice era militante do Polo da Borborema e no dia 19 de setembro de 2012, quando voltava da escola, foi sequestrada e barbaramente violentada. Seu corpo foi enterrado na Zona Rural do município de Caturité, só sendo encontrado 50 dias após o crime. Desde o desaparecimento da jovem, foi formado o Comitê de Solidariedade e pelo Fim da Violência Contra a Mulher Ana Alice, composto por mais de 30 organizações rurais e urbanas. Foi por meio da pressão e da mobilização criada em torno do Comitê, que o caso Ana Alice pode ser investigado e solucionado, com a prisão dos envolvidos. O mentor e mais um adolescente, que teve participação no crime, está respondendo a processo para apuração de ato infracional. Segundo Claudionor Vital, um dos advogados da família de Ana Alice que acompanha o caso, o processo criminal está aguardando a sentença de pronúncia por parte do juiz Antonio Gonçalves Ribeiro Junior, da 1ª Vara Mista de Queimadas, a quem cabe a condução dos processos para apuração dos crimes de competência do Tribunal do Júri. “Pelas provas existentes, estamos confiantes que o réu seja pronunciado e submetido ao Júri Popular”, afirma o advogado. Entre os familiares, a expectativa é que o réu receba uma punição exemplar: “Esperamos que ele receba a pena máxima, até porque a gente precisa disso para se sentir segura e também para servir de exemplo para outros marginais. Infelizmente o que aconteceu com Ana Alice já aconteceu, mas a gente pode evitar que aconteça com outras mulheres”, desabafou Angineide Macedo, mãe de Ana Alice. Em 2013, uma mobilização que reuniu mais de 300 pessoas em Queimadas, lembrou o assassinato da jovem. O objetivo foi o de chamar a atenção da sociedade para a necessidade de medidas pelo fim da impunidade dos crimes de violência contra a mulher. Foi feita uma caminhada com uma parada em frente ao Fórum da Comarca do Município, onde estava sendo realizada uma das audiências do caso e no final, um ato público, no Centro da cidade. A este movimento se juntaram as famílias de Isabella Pajuçara e Michelle Domingues, as duas mulheres assassinadas em fevereiro de 2012, após o bárbaro estupro coletivo ocorrido também em Queimadas. No dia 25 de setembro, Eduardo dos Santos Pereira, acusado de planejar o crime e último envolvido a ser julgado, vai a Júri Popular na capital do estado, João Pessoa. Uma mobilização como a de 2013 deve acontecer no dia 7 de novembro, data do sepultamento de Ana Alice e lembrando todas as mulheres vítimas de violência no estado. Neste dia 19 de setembro, às 19h, ocorrerá uma missa em memória de Ana Alice, na Capela da Comunidade Caixa D’água, celebrada pelo Padre Ivanilson, Pároco de Queimadas. O caso - Ana Alice foi sequestrada quando voltava para casa depois da aula, sendo estuprada e violentamente assassinada pelo vaqueiro Leônio Barbosa de Arruda, à época com 21 anos. Seu corpo foi enterrado próximo a residência do assassino, na fazenda onde ele trabalhava, na zona rural do município de Caturité. A adolescente permaneceu desaparecida até que nas imediações de sua comunidade, uma nova mulher foi raptada e violentada, sendo encontrada apenas no dia seguinte com marcas de esganadura, inúmeras escoriações e amputação parcial da orelha direita. Ainda muito traumatizada, ela foi capaz de reconhecer o criminoso (e vizinho) e o denunciou à polícia com a ajuda do Comitê de Solidariedade Ana Alice. Graças ao empenho do Comitê e à coragem desta vítima, o assassino foi preso e confessou o crime contra sua vizinha e contra Ana Alice. Confessou inclusive que, no crime contra Ana Alice, não agiu sozinho, teve a ajuda de um cúmplice, à época, menor de idade. Ana Alice e a outra mulher, não foram as únicas vítimas. No início de 2012, ao sair de um baile de carnaval, ele violentou uma jovem de Boqueirão. De posse de uma arma, obrigou que ela entrasse em seu carro e a estuprou. Um mês depois, após prestar depoimento do primeiro caso na delegacia desse município, tentou fazer nova vítima também em Boqueirão, agora uma adolescente de 14 anos que teve sorte diferente, quando um amigo a libertou da tentativa de estupro. Fuga - O assassino encontra-se preso no Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, mais conhecido como PB-1, em João Pessoa. Ele foi transferido para esta unidade prisional este ano depois de ter fugido do Presídio do Serrotão, em Campina Grande, onde aguardava julgamento. 10 dias depois da fuga, e depois de muita pressão por parte do Comitê Ana Alice, o preso conseguiu ser recapturado, no mês de abril de 2014. **********************************************************************************
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014
"Mais do que terra para produzir, a luta é para garantir a vida"
Para compreender um pouco mais sobre o que esses dados revelam e o significado de realizar e sistematizar essa análise, Mariana Reis, da equipe da Asacom, entrevistou Plácido Jr., geógrafo e agente pastoral da CPT NE II. Confira a seguir: A CPT realiza o Relatório Conflitos no Campo Brasil há 29 anos. Qual a importância de sistematizar e publicizar esses dados? Mesmo antes de começar a publicar os relatórios, a CPT já estudava conflitos no campo. Decidiu-se publicizar como forma de denúncia pelo que vinha acontecendo no campo brasileiro contra indígenas, quilombolas, pois essa violência no campo não chegava à sociedade. Então, a importância de registrar e publicizar foi de tornar público o que a grande mídia não mostrava, o que o governo não tinha interesse de mostrar. Também havia a intenção do anúncio, de anunciar o protagonismo dos povos do campo, para que essa realidade possa ser modificada.
Ao longo desses anos tivemos variações. Na década de 1980, o Brasil estava envolvido na Revolução Verde, a Amazônia era o grande cenário de atuação das grandes transnacionais. Nos anos 1970, quando é criado o Conselho Indígena Missionário (CIMI) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), os povos mais violentados eram os povos indígenas e os ribeirinhos. Esses eram os grandes protagonistas naquela época, as populações tradicionais. Ao mesmo tempo temos o grande capital entrando no campo e o processo de modernização do Estado brasileiro. Essa era a conjuntura agrária daquele momento. Em 1984, a Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Estado de Pernambuco (Fetape) lança a publicação Açúcar com Gosto de Sangue, pois nesta década surgiu o Pró-Álcool que estimulou a produção de cana-de-açúcar em todo o Brasil, o que fez com que muitos posseiros foram expulsos para dar vez à expansão da cana. Posteriormente temos outro processo, que veio com a luta pela terra, com o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). São novos sujeitos que vão surgir na década de 1990, com os sem-terra, e a CPT com seu registro vai observando essas transformações. Atualmente, nos últimos cinco anos, são as comunidades tradicionais que voltam a protagonizar os conflitos no campo brasileiro, porque o Brasil passa por um novo momento de desenvolvimento e não são mais os sujeitos do latifúndio, mas outros sujeitos – como o agronegócio, as mineradoras, as grandes obras como Suape, Transposição do São Francisco, Transnordestina, Cinturão das Águas (no Ceará), os processos imobiliários no litoral. Atualmente, mais de 50% dos conflitos de campo brasileiro são protagonizados pelas populações tradicionais. A gente percebe uma mudança na dinâmica da luta pela terra e os sujeitos vão se adaptando de acordo com a realidade socioeconômica do país. De que forma os conflitos pela terra atingem povos indígenas e comunidades tradicionais no Brasil? Como essas populações resistem e lutam pelo território? Hoje observamos as populações tradicionais no processo de luta pela terra, mas não é apenas isso. No Brasil, têm aumentado os conflitos territoriais, que é muito maior que a luta pela terra. Significa a luta pelo sentido de estar na terra, pela forma de se organizar na terra. É uma forma de resistência muito mais no sentido de re-existência, no sentido de voltar a existir, uma nova forma de ser, de estar, de se relacionar. Essa forma de ser, de estar e de relacionar está sendo ameaçada pelo agronegócio brasileiro e pelo grande capital que têm se apropriado não só das terras, mas dos bens naturais, da água, dos minérios, da biodiversidade. Quem disputa é o setor da economia verde, o setor dos cosméticos... Mais do que terra para produzir, a luta é para garantir a vida humana, dos animais e das plantas. Qual o perfil dos atingidos pela violência no campo? Ela atinge, indiscriminadamente, homens, mulheres, jovens e crianças? Cinquenta por cento dos assassinatos no campo em 2013 foram de indígenas. Então, as comunidades tradicionais seguem sendo as mais atingidas. Mas há várias formas de violência que são invisibilizadas. Há famílias acampadas vivendo há dez anos embaixo de uma lona, pescadores artesanais impossibilitados de tirar o seu sustento, agricultores e agricultoras sendo expulsos de seus roçados. Negar o direito à educação contextualizada, com o fechamento das escolas rurais, também é uma violência. Sem falar na violência que as mulheres passam ao verem seus maridos migrar, tendo de cuidar sozinhas de seus filhos, ficando endividadas: são as viúvas da terra. A violência no campo tem cor, idade, sexo e classe. No Semiárido, alguns dos conflitos agrários mais noticiados recentemente se referem a famílias despejadas devido a grandes obras como construção de barragens, exploração de energia eólica e atuação de empresas ligadas ao agronegócio. Outras tradicionais bandeiras de luta dos povos dessa região são, ainda, o acesso à terra e o acesso à água, na perspectiva da convivência com o Semiárido. O que a pesquisa revela sobre o Semiárido? Nossa pesquisa não faz o recorte específico para o Semiárido, mas os dados da CPT mostram que os maiores conflitos acontecem no Nordeste brasileiro e no sertão, e é evidentemente mais forte em relação à mineração – que leva à desapropriação de terras – e à luta pela água, com Sobradinho, Itaparica, os perímetros irrigados (como a situação da Chapada do Apodi), as grandes obras de combate à seca. Essas obras ameaçam os projetos de vida dos povos do campo. Então, existe uma relação entre os novos conflitos no campo e o êxodo rural? As condições dos novos conflitos no campo não permitem que se fique na terra. A diferença do êxodo rural de antes para o dos dias atuais é que a reforma agrária, a demarcação das terras dos povos quilombolas e as alternativas de convivência, como o Programa Um Milhão de Cisternas (P1MC), são possibilidades que fazem com que as pessoas permaneçam ou voltem a viver no campo. Anteriormente, você citou a publicização dos dados da CPT como alternativa ao que a mídia não mostra. Como você analisa o papel da grande mídia na abordagem sobre conflitos do campo? A grande mídia tem lado, interesse e posição. A posição é da burguesia, atrelada aos interesses do grande capital, de invisibilizar os povos no campo, de invisibilizar o que os agronegócios cometem em relação aos povos do campo. Invisibiliza também o processo de estrangeirização das terras brasileiras, em que grandes empresas internacionais estão se apropriando do território nacional e, ao mesmo tempo, ao invisibilizar esse processo de concentração de terras, de violência no campo, a grande mídia promove a criminalização dos movimentos sociais, dos povos que estão em luta. Ao se levantar, ao serem contra o processo desenvolvimentista do país – de se apropriar do solo, dos rios, do ar – e ao se reafirmarem como povos camponeses e como identidade, esses povos do campo entram em conflito com o modelo de desenvolvimento em curso e são tratados de forma criminosa. Qualquer mobilização em defesa do território indígena, quilombola, ou da reforma agrária, é uma afronta ao grande capital e por isso é tratada como crime. Quais os caminhos para lutar pelo direito à terra e às condições para atividades camponesas e agroecológicas no cenário do agronegócio do país? Hoje, há uma tendência de maior extermínio do povo do campo. Há uma avalanche de mudanças na legislação, no código florestal, a reforma agrária está paralisada... Isso não é natural, é um projeto pensado pelas grandes elites dos estados brasileiros. Os desafios que temos hoje são macro, de lutas contra o capital. As transformações acontecem no cotidiano, então é preciso mudar as relações. A agroecologia é um desses caminhos.
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Fortalecimento é a palavra que define o Encontro Estadual de Mulheres Agricultoras Experimentadoras
| Foto: Kátia Gonçalves |
| Foto: Kátia Gonçalves |
| Foto: Kátia Gonçalves |
A noite foi marcada pela apresentação do documentário "Ao redor de casa", que tem como foco principal os quintais medicinais vivos. O encerramento das atividades do dia foi uma feira, onde as agricultoras puderam apresentar e comercializar os produtos que trouxeram.
domingo, 24 de agosto de 2014
INFORME: CÁRITAS DIOCESANA DE PESQUEIRA
São momentos que se convergem, com o propósito de dar voz e vez à população brasileira!
Vamos juntos:
1. Assinar a Reforma Política e Eleições Limpas;
2. Votar SIM para uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político;
3. E participar do 20º Grito Dos Excluídos.
#SemanadaPatria
#1a7DeSetembro
#PlebiscitoPopularVoteSim
#EleiçoesLimpasAssineJÁ
#20ºGritoDosExcluídos

Delegação de jovens franceses visita Campina Grande para conhecer experiências com juventude na região
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Os jovens, três meninas e dois meninos, com idades entre 16 e 18 anos, são escoteiros e foram vencedores do “Canta teu Planeta”, um concurso musical anual promovido pelo CCFD, cujo prêmio foi uma viagem ao Brasil, onde conhecerão experiências com juventude e outros temas de organizações parceiras da entidade francesa e ainda terão contato com a realidade brasileira a partir de um estado nordestino. Os jovens desembarcaram em João Pessoa no último domingo (17) e chegaram à Campina Grande no final da tarde da segunda-feira, dia 18, onde foram recebidos pela equipe do Centro de Ação Cultural – CENTRAC, em sua sede no Bairro da Prata, e se encontraram com representantes de organizações de jovens como a Associação de Juventude pelo Resgate à Cultural e Cidadania – AJURCC, a Rede de Jovens do Nordeste, a Pro-adolescente, mulher, espaço e vida – Proamev e o Movimento Social de Juventude da Catingueira. Durante a sua estadia, o grupo também vai conhecer empreendimentos solidários de catadores de materiais recicláveis (CATAMAIS – Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis) e mulheres (Mulheres em Ação Cooperativa de Produção de Alimentos Naturais) em Campina Grande. Visita de Campo – Na próxima quarta-feira, dia 20, durante todo o dia, o grupo de jovens conhecerá a experiência do Polo da Borborema, uma articulação de 14 sindicatos de trabalhadores rurais que representam aproximadamente cinco mil famílias agricultoras da região, assessorada pela AS-PTA Agricultura Familiar e Agroecologia. Os jovens irão conhecer o Sítio Cachoeira de Pedra D’água, no município de Massaranduba, onde visitarão a propriedade de Alex da Silva Marques, agricultor de 16 anos que integra a comissão de jovens do Polo da Borborema e desenvolve uma série de experiências no campo da agroecologia como a criação de animais e a arborização, entre outros temas. Na quinta-feira, dia 21, os jovens franceses visitarão o Lajedo do Pai Mateus, no município de Cabaceiras, no Cariri do Estado. Na sexta-feira, dia 22, participarão da Marcha Contra o Genocídio do Povo Negro, com saída marcada para as 14h da Escola Monte Carmelo, no bairro da Bela Vista até o Palácio do Bispo, sede do Governo Municipal, em Campina Grande. Já no fim de semana, dias 23 e 24, participarão do encontro “Fala Juventude – jovens construindo e exercendo cidadania” que acontecerá no município de Alagoa Grande, no Brejo Paraibano, terminando as suas atividades na Paraíba e retornando à França no domingo, 25 de agosto. -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- |
domingo, 17 de agosto de 2014
Cáritas Diocesana de Pesqueira sedia fórum para discutir Reforma Política




